Minha iniciação

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Nasci homem. Aos 18 anos decidi assumir que sou gay. Submisso, magro e com um corpo mediano não atraia mulheres.

Entrei numa academia de ginástica e, com os exercícios, meu corpo se modificou. Minha bundinha, redonda e empinada, era motivo de olhares de vários homens e não me importava quando roçavam em mim.

Comecei um tratamento com hormônios femininos que tomava todo dia. Em poucos meses, meus seios cresceram e não podia mais escondê-los. Neste meio tempo, comprei vestidos, saias curtas, blusas justas e sapatos de salto e passei a usá-los em casa. Produzia-me como a fêmea que sou.

Minha iniciação como submissa

“Quero” respondi.Uma noite, saí com meu carro e fui para uma rua onde sabia que os travestis fazem ‘ponto’. Logo um deles se aproximou da janela do carro e perguntou se eu estava querendo uma trepada. Conversamos e combinamos o preço. Entrou no carro e agarrei seu pênis com volúpia.
“Quer chupar ? perguntou.

Puxou minha cabeça e abri os lábios, a glande era enorme, mas acomodei-a em minha boquinha. Quando sentiu que estava dentro, forçou mais e atingiu minha garganta. “Sirva seu macho, engolindo o leite”. “Sim, querido. Quero tudo.”

Ao ejacular em meu ventre, saiu da boca e seu esperma vazou dos lábios molhando meu rosto. Recolhi com os dedos colocando na boca. Pedi que me comesse e me levou a um terreno baldio. Agarrado a uma árvore, cujo tronco abracei, baixou minha calcinha, expôs minha bunda e chupou-a. Eu gemia meu prazer e empinava a bundinha, rebolando em sua boca.

Eu estava totalmente lubrificado quando apontou sua verga no meu anus. Gritei e chorei ao ser possuído, mas deixei que enfiasse até o fim, sendo descabaçado. Segurou meu pau ao descobrir que era homem, mas mamou nas tetas. Fui às nuvens sentindo seus dentes mordiscando os bicos dos peitos. Gemia com tesão pedindo mais e não me decepcionou.

Voltamos para o carro e o deixei no mesmo lugar, beijando-o e prometendo retornar no dia seguinte.

Naquela noite, não dormi pensando nas sensações que experimentara. Meu cuzinho doía pela violação.

Na noite seguinte, voltei. Contara aos outros que eu apreciara a submissão e alguns me levaram ao mesmo terreno, usando-me até à exaustão. Meu rabo estava vermelho e doído pelo abuso. Ordenaram que, como era um deles, devia ganhar meu dinheiro da mesma forma.

Semanas se passaram e eu frequentava o local ganhando clientes e dinheiro.

Numa noite em que estava de folga, fui a uma sauna gay. Um dos clientes viu quando tirei o soutien e disse que meus peitos mereciam uma mamada. Retruquei que estavam à disposição e me conduziu a uma sala escura. Abocanhou as tetas, sugando-as. Percebi que vários homens estavam à espreita e convidei-os a se juntarem a nós.

Eu gemia, o que atraiu a atenção de todos os frequentadores, e a Orgia foi total: chupei muitos homens engolindo sua gala e sendo comido. Meu cuzinho foi esgarçado e não é mais apertado, mas saí plenamente satisfeito. Aquela virou minha sauna favorita.


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