Sexo na Carona com meu chefe

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Chovia muito durante toda aquela tarde, logo chegando do almoço os ventos fortes faziam com que as persianas da minha sala batessem nos vidros da janela do escritório. Em meio aquele vendaval, minha sombrinha acabou se quebrando pelo meu percurso até o prédio e cheguei toda molhada no meu trabalho. Minha sala ficava ao lado do CEO da empresa. Eu havia conseguido a vaga como estagiária, estava concluindo meu mestrado em comunicação e naquela ocasião finalizar minha tese com base na minha pesquisa que estava diretamente ligada a instituição, seria um ponto positivo para o meu currículo.

Minha entrevista havia sido feita por Josh, o americano responsável por aquela grande marca de cosméticos. Ele era ruivo, tinha muitas sardas no rosto, alto, magro, com olhos profundamente azuis. Sempre muito bem vestido e com roupas e perfumes de griefe, percebia que suas cores de ternos favoritos variavam entre tons azuis, verdes, laranjas e nudes. Incrivelmente elegante. Aquele homem, apesar de exótico era o sonho de toda mulher.

Infelizmente como minha janela havia ficado entreaberta durante o meu horário de almoço, teria que tentar um contato com Josh para recolher novas assinaturas para impressão de alguns papéis que haviam se molhado. Meu uniforme era um modelo clássico de secretária, camisa de tecido bem modelada, combinando com calça de alfaiataria e paletó. A camisa seguia um tom de bege perolado mas com as gotas da chuva deixavam acentuados meus seios. O desconforto já me invadia, achei melhor retirar a parte molhada e vestir apenas o paletó. Assim eu fiz, adentrei o banheiro, guardei a blusa molhada na minha bolsa e abotoei o traje limpo e seco. Já estava próximo ao fim do meu expediente, de fato o decote saliente deixava a mostra o meu belo par de peitos, o crucifixo que eu usava por debaixo da camisa, estava exposto, passando um ar sedutor. Eu realmente parecia ter saído de um conto erótico, meus óculos se misturavam ao ar sexy do meu uniforme de secretária do presidente da empresa. Ele poderia muito bem ter esse fetiche e eu não acharia ruim se me comesse em sua sala.

Imprimi as cópias que haviam manchado com as gotas de chuva, ajeitei o meu decote e fui em direção a sala de Josh. Meu corpo estava em chamada em meio aquela tarde fria, gostaria de ser notada por ele, gostaria de deslizar sobre o seu corpo e ser bebida pela sua boca. Era muita ingenuidade minha pensar que aquele gringo pudesse se interessar por mim. Liguei para o seu ramal e anunciei que estava chegando. Ele abriu a porta com o rosto sério, quase indiferente, fez um sinal para que eu entrasse e nem me convidou para sentar, mas uma coisa seus olhos não negavam, o desejo pelos meus seios.

Chefe assanhado: Doido para me comer

 Entreguei os papéis nas mãos de Josh, fiquei inerte aguardando pelas suas assinaturas para que enfim eu pudesse me retirar e voltar para a minha sala. Ele colocou os papéis na mesa, passou por mim e trancou a porta. Sua sala era toda de vidro, mas sua privacidade se mantinha toda vez que ele apertava o botão e acionava a abertura de suas persianas.

Eu era fluente em inglês, mas ele estava estudando português e pedia sempre para que as pessoas pudessem conversar com ele em nossa língua fluente, usando desse método com mais facilidade. Na ocasião ele segurava uma caneta dourada, passou ela por todo meu decote e me perguntou qual era o motivo de estar sem a minha camisa. Expliquei a ele sobre o incidente com minha sombrinha, que eu havia me molhado do trajeto do restaurante ao prédio depois do meu almoço e logo fui me desculpando pelo ocorrido.

Josh não saiu da minha frente, colocou a caneta no bolso, levantou o meu queixo e me perguntou se eu estava de acordo em praticar algo a mais pós expediente.

Como assim algo a mais? O que ele queria dizer com isso?

Com as mãos trêmulas passei nos cabelos que caiam frente ao meu rosto, ele sorriu, segurou uma delas e chupou o meu dedo. O que meu chefe queria estava além dos meus trabalhos como secretária, ultrapassava as janelas de vidros imensas daquele prédio. Seria essa a minha chance de ouro, quem sabe eu conseguiria um aumento, quem sabe ele me contrataria para fazer horas extras em sua sala?!

Serviços aceitos! Confirmei. Ele por sua vez veio desabotoando o meu paletó, passando suas mãos por baixo do meu sutiã, deslizando seus dedos pelos meu mamilos enquanto eu fechava meu olhos e suspirava. De repente ele abriu o botão e desceu o zíper da minha calça, ela foi deslizando lentamente pelas minhas pernas enquanto eu senti minha Buceta ficando cada vez mais úmida e quente.

Estava eu ali, seminua na sala de Josh, vestindo apenas a minha sandália de salto fino, enquanto a minha lingerie embelezava meu corpo.

Ele desabotoou o meu sutiã, tirou minha calcinha, sentou na mesa e assinou os papéis. Eu não sabia o que fazer, estava pelada e ao seu dispor. Tudo que eu queria era que pudessemos trepar ali, gozar ali, que eu fosse sua em meio aos papéis e documentos da renomada empresa internacional de cosméticos. 

Gozei no banco de trás no carro do Chefe

 Josh me devorou com os olhos, puxou meus cabelos, me colocou ajoelhada em sua frente enquanto eu ia pegando pelo chão as minhas peças de roupa. Em poucos minutos ele colocou seu pau para fora, era enorme, lotado de veias, grosso e tinha cheiro de cigarro, pois ele era fumante.

Ele ligou para a portaria e pediu ao seu motorista que estivesse pronto dentro de poucos minutos. Estava vestindo minhas roupas e recolhendo os papéis assinados e já ia me despedindo, até que meu chefe bateu o telefone no gancho para falar comigo. Ele me disse que me levaria para casa devido a forte chuva que caia e me pediu para deixar aqueles papéis sobre a sua mesa. Abri a porta e fui me dirigindo ao elevador principal que tinha acesso direto a sua sala. Quando entramos Josh fechou a porta eu abri o meu paletó, deixando meus peitos a mostra. Ele me beijava enlouquecidamente, mordia o biquinho do meu peito e gemia baixinho enquanto os engolia por completo. Eu estava com as tetas babadas e a buceta também, louca para que ele me esfregasse e penetrasse, era muito tesão por metro quadrado e naquele momento eu não passava de uma estagiária maldita e safada. Quando o elevador chegou ao térreo fui ajustando minha roupa para adentrar no carro. O motorista já estava nos esperando com as portas abertas. Josh me perguntou o endereço e pediu ao seu chofer que nos levasse até o local. Em meio ao trajeto, meu chefe pediu ao motorista que mantivesse os olhos firmes na direção e em hipótese alguma olhasse para trás. Ele exigiu que eu ficasse nua e sentasse cavalgando em seu pênis ereto. Mantive apenas as minhas sandálias de salto e pulei inúmeras vezes em cima dele, meu líquido escorria pela calça de Josh, que segurando seu cigarro com o vidro entreaberto, me pedia para gemer no pé do seu ouvido. Encostei minha cabeça no vidro lateral, abri minhas pernas o máximo possível enquanto ele brincava com meu clitóris. O cheiro de porra e de cigarro invadia o veículo. Ele me chupava como se eu fosse uma fruta que estivesse matando sua fome, sentia sua língua circulando molhadinha toda extensão da minha vagina e os seus dois dedos socava forte no meu bumbum. Pedi ao Josh que pudesse sentar com o meu cuzinho no seu pau, que ele mantivesse as janelas abertas para despertar desejo em quem cruzasse o nosso caminho. Enquanto eu dava o meu rabo todinho para ele, minhas tetas balançavam sem parar, ele enfiava seus dedos dentro da minha boca e puxava com força os meus cabelos.

Chegamos ao meu portão, a chuva tinha parado e ele não tinha gozado. Para deixá-lo agitado resolvi descer completamente nua até entrar em minha casa. O motorista não sabia o que fazer. Josh acendeu outro cigarro e passando com o carro ao meu lado ele me disse que a gozada que não tinha dado tempo aconteceria amanhã em sua sala quando eu fosse buscar os documentos. Espero ansiosa pelo leitinho do meu patrãozinho ruivo, vou ficar de 4 com a linguinha para fora esperando por este momento.


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