Namoro de pés e muito tesão

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Bem, é uma história que deverá agradar bem poucos. Pelo menos eu acho que sim, porque não parece ser algo popular, aquele tipo de caso que cai na graça do povo. Mas para mim vale como um filme, como um acontecimento que mudou parte de minha vida. E que revelou um prazer que não considerava.

Tenho 28 anos e moro com minha irmã de 18. Na verdade, ela que mora comigo. Veio da casa de nossos pais no interior para estudar para o vestibular. Meu apartamento é de um quarto, mas com um colchão no chão ajeitamos as coisas. E ela é bem disciplinada, não me perturba. Até porque eu sempre chego no final do dia do trabalho.

Num dia do mês retrasado, quando cheguei por volta das 20h, meu trabalho é sem horário fixo, plantão, ela estava em casa com uma colega de cursinho. Mas antes de seguir, vou descrever-nos, pelo que li nos outros contos o pessoal curte.

Eu tenho 1,67 cm, 55 kg, moena clara. Bom, não sou boa em falar de mim, mas já ouvi elogios, etc. Tenho namorado, mas isso não interessa.

Minha irmã, a Ju (nome fictício), tem 1,64m, uns 48kg e morena. Essa sim, uma gatinha minha mana amada. E a amiga dela, a Cris (nome fictício), também tem 18 anos, loirinha, acho nas mesmas proporções da mana.

Aí foi aqueles cumprimentos todos, conversamos, as gurias são Novinhas mas com conteúdo. Até umas 22h eu fiquei com elas na sala, mas depois fui dormir. A Cris ia dormir lá em casa, mas as gurias ainda queria ver TV. Ok, me fui pro sono.

Minha irmã e seu fetiche por pés

Umas duas horas depois eu acordei com uma sede tremenda. Fiquei um pouco deitada, ouvia a TV, via a luz dela por baixo da porta do meu quarto, mas não ouvia conversa delas. Isso me fez ficar curiosa, preocupada, será tinham esquecido a TV ligada? A luz da sala tinham apagado. Me levantei bem devagar, evitando qualquer ruído, não sabia porquê, algo me dizia para fazer assim.

Levantei, luz apagada, e abria porta do quarto bem devagar.

Não entendi direito o que vi, vou descrever sem expressar conceitos. Como o sofá fica de costas para a porta do meu quarto, não pude ver o chão na frente dele. Eu conseguia apenas ver por cima do encosto do sofá dois pares de pernas levantados, e com os pés se apoiando uns nos outros.

Tá, vou contar melhor: elas estavam deitadas no chão, no carpete. De barriga pra cima, com as cabeças para lados opostos. As pernas estavam flexionadas, pra cima, e as solas dos pés de uma se apoiavam nas solas dos pés da outra.
E daí? É, foi o que me perguntei. Os pezinhos delas estavam colados pelas solas, descalços, claro. Pelo que vi, estavam só de calcinha. De uma certa forma, elas estavam curtindo aquilo, e demorei uns segundos, talvez minutos, para perceber que o negócio era mais erótico.

As pernas não ficavam paradas no ar, elas balançavam devagarinho para um lado, para outro. Em uns momentos as solas estavam coladinhas, calcanhar com calcanhar, dedinhos com dedinhos, mas em outro elas deslizavam umas nas outras, dedinhos chegavam no calcanhar, calcanhar ia até o peito da sola.

Apurei o ouvido e ouvi gemidinhos delas. Avancei um pouco e pude ver os corpinho delas, estavam sem camisetas, mas só de calcinhas. E as mãozinhas numa siririca bem concentrada por dentro das calcinhas.

Recuei um pouco e segui cuidando aquela cena tão estranha, ao mesmo tempo muito atraente pra mim. Ficaram assim mais uns minutos…eu me escorei na parece, confesso que minha mão também entrou na calcinha com aquilo, tive de resolver o meu problema sozinha.

Daqui um pouco, minha irmã senta no chão e segura o pé da amiga. Como num transe ela começa a lamber sola da garota. É verdade!! Lambe, beija…dá umas mordidinhas no calcanhar da mocinha. Ai, fico boba, quase caio pra trás e acabo com o lance delas. Aí, eu ouço claramente quando a amiga dela falou “vamos acabar logo”. Bom, imaginem como elas acabaram.

Vi as duas tirando as calcinhas…e se ajeitando no chão, no início não consegui ver direito o que era por causa do sofá. Estiquei o pescoço e aí eu percebi. Elas se encaixaram numa tesourinha, roçando as vaginas uma na outra. E aí começaram… Um esfrega, esfrega, uma gemedeira silenciosa que não consegui suportar. Sinceramente, não fiquei até o fim para ver. Entrei no meu quarto, deitei, me virei um pouco na cama e logo ouvi barulho no banheiro. Era uma delas se lavando, haviam terminado em uns 15 minutos o roça-roça.

Já no meu quarto, enrolei meu edredom e me entreguei a uma masturbação de bruços na cama bem pegada. Quando me dei conta a cama toda rangia, como se tivesse alguém comigo. Gozei e desabei…

Tesão em roçar a sola do pé com minha irmã

Cerca de 24h depois, era sábado, e eu não ia sair. E nem a mana, disse que tava cansada. Fiz umas pipocas pra nós e ficamos vendo TV, mais tarde a gente ia colocar um DVD e nada de mais. Mas a cena da noite anterior não me largava. Que coisa maluca, horrível e gostosa. Nossa, com 28 anos pensava já ter passado por tudo nesse assunto, mas tava de frente com algo estranho. Sentia que já não me dominava.

A mana sentou na cama que a gente faz no chão pra ver TV e eu fiquei no sofá. Com a perninha dobrada, ficava com a solinha do pé virada pra mim. Bom, discretamente, desci meu pé e botei pertinho do dela. E numa bobeira, botei em cima da solinha dela. Disse “ai, que pezinho gelado”. Ela riu, e seguiu vendo tv. Eu comecei a roçar a minha solinha na solinha dela…

Hummm…achei tão gostoso. Ela não reagia. Ficava quieta. Mas eu me concentrei nessa toque. Esfregava toda a minha sola no pezinho dela. Até que ela disse “ai, tô até gostando”. Aí não segurei. “Vamos encostar as duas solinhas.”

Me arrepiei. Ela disse que sim, e foi de ajeitando pra ficar com as duas solinhas do ar, deitada de costas. Como eu estava no sofá me sentei melhor e coloquei as minhas solinhas nas dela, ambos número 36.

Que coisa gostosa aquilo era. Os pezinhos grudados e começos a roçar, a esfregar. Um silêncio.. só a tv. De cima pra baixo, pros lados..um toque macio….de vez em quando elas grudavam, estavam quentinhas…Estiquei a mão e apaguei a luz da sala, deixando só a luminosidade da TV. Quando vi ela se contorcendo…falei pra relaxar…deixar rola….”mana, vamos relaxar…deixa as solinhas se devorarem”. Nossa!!!

Claro…nossas mãos desceram a começamos uma siririca ao mesmo tempo. Nos contorcendo tocando uma siririca. Eu molhada, olhava pra baixo e via a mãozinha dela atoladinha da vagina também. E os pés se comendo, se roçando, suando. Não fui além disso…tratei de me masturbar bem gostoso, e aquele toque de pés me turbinou de um jeito nunca visto antes. rs

Gozei primeiro, me empapei toda. Tive de esperar pela mana, segui roçando legal os pés nos delas, solas se amando, até ela tb desabar. Ufa, ficamos ali, em silêncio, guardamos os pés. Ela ficou toda sem jeito, mas quebrei o gelo. Falei “Mana, seguinte, nada a ver. Antes a gente ter alguma coisa assim em casa, e se divertir, do que te ver fazendo bobagem na rua. E o que rolou aqui não foi nada demais. Intimidade que se duas irmãs não tem, pelo amor de Deus.

Não contei nada do que vi na noite anterior. Depois de cada uma tomar seu banho, fomos dormir. E eu fiquei imaginando o próximo encontro de pés que terei com ela. Ou com outra amiga, sei lá.

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