Traindo meu marido com minha cunhada na nossa festa de casamento

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Jeferson e eu estamos em uma correria a respeito da nossa festa de casamento, são tantos os pequenos detalhes que não podemos deixar passar despercebidos, que o nosso tempo juntos tem ficado cada vez mais escasso desde os últimos dias. Hoje, por exemplo, nossa agenda está lotada, há menos de uma semana para a data, ainda temos muitas situações para resolver. Ele ficará por conta da prova do terno e de uma reunião com a cerimonialista, eu irei provar o meu vestido e visitar o espaço que escolhemos para ver de fato se está tudo dentro do que decidimos. Natália irá me acompanhar para que eu consiga dar conta de tudo. Não dirijo, já minha cunhada é uma excelente motorista. Nós sempre nos demos muito bem, sou muito querida pela família, Jeferson foi meu único namorado, sendo assim, minha cunhada me conhece há anos e nos últimos tempos nós temos nos aproximado. Natália vem se recuperando de um término, sua ex namorada a traiu, foram anos investimento em uma relação fadada ao fracasso e ela anda um pouco mais sensível ultimamente. Talvez pelo fato de ser o casamento do seu único irmão ou por gostar realmente de mim é que desde que marcamos o casamento ela se fez mais presente, nos ajudando de uma forma ou outra sempre que pode. Jeferson sempre teve um pé atrás com ela, dizendo que percebia da parte de sua irmã um interesse escondido por mim. Para falar a verdade, nunca percebi absolutamente nada e isso sempre soou como uma fantasia da imaginação dele. Combinei com Natália que me pegasse no fim do meu expediente, armava muita chuva e eu estava me apressando para que nada pudesse dar errado. A beleza dela era sem igual, e todos se encantavam. Seus olhos eram azuis, sua pele muito branca das bochechas rosadas, seu cabelo longo, liso e acobreado, várias sardas enfeitava seu rosto, ela era realmente encantadora. Com a nossa proximidade dos últimos dias, meu noivo ficou mais enciumado, por vezes discutimos no fim do dia pelo simples fato dele alegar que a presteza de sua irmã tinha um motivo, a vontade de me pegar. Esperei por ela na portaria do prédio onde eu trabalhava e em menos de cinco minutos seu carro chegou. O céu estava escuro, ventava muito e era nítido que uma tempestade iria despencar a qualquer momento.

Natália estava linda, usava um vestido justo, aventurado, realçando seu corpo escultural, para piorar ela estava sem sutiã, deixando o bico do peitinho marcado. Por incrível que pareça, fiquei molhadinha vendo ela vestida desse jeito.

Chupando os peitinhos da minha cunhada safada

 

Por baixo daquele óculos escuro estavam aqueles lindos e hipnotizantes olhos da cor do mar, pela primeira vez eu admirava minha cunhada de uma forma como nunca antes havia acontecido. De tanto Jeferson insistir com a ideia de que ela tinha uma queda por mim, acabei dando mais atenção aos detalhes e percebi meu envolvimento. Entrei no carro, passei o cinto e lhe beijei o rosto. Natália segurou a minha coxa e sorriu com o canto da boca. Eu senti meu sangue sendo bombeado de uma forma mais intensa, meu coração acelerando e a minha Buceta ficando molhada. Chegando na loja de vestidos de noiva eu pedi para que ela me ajudasse na prova. Ela me ajudou a vestir a meia calça, a anágua, se ajoelhou para calçar os meus sapatos, desabotoou o sutiã que eu usava. Quando senti aquela mão delicada encostando nas minhas costas, pude sentir meu corpo arrepiando, ela percebeu e gargalhou. Acabei ficando sem graça, pois ela percebeu que eu estava ficando excitada. Enquanto o tecido bordado caía sobre o meu corpo, era possível sentir sua respiração bem próxima ao meu pescoço. Não resisti, em um ímpeto de prazer acabei virando e beijando aquela boca carnuda e rosada. Rapidamente eu a soltei e me afastei, eu estava completamente fora de mim e quando fui me desculpar, acabei sendo surpreendida por um puxão de cabelo e um beijo ardente. Nossas línguas exalavam o tesão em comum, era um beijo diferente de todos os outros, molhado, selvagem, enlouquecedor. Ela era a primeira pessoa a me ver vestida de noiva e também a única pessoa que havia me tocado sem ser o Jeferson. Minha vontade era de arrancar toda sua roupa e a deixar completamente nua na minha frente, mas era impossível, não tínhamos tempo para isso. Acabei encostando ela sobre uma das paredes de madeira do provador, abaixei uma das alças do seu vestido e meti. Boca em seu peito. Minha língua circulava o bico do seu peito, o deixando duro e molhado. De repente uma das atendentes bateu na porta para conferir se estava realmente tudo bem. Automaticamente eu acabei respondendo que sim, abri a porta e pedi a mulher que me ajuda -se a retirar o vestido, que os ajustes tinham ficado perfeitos.

 

Sexo selvagem com colação de velcro na mesa

 

Saímos da loja em silêncio, ambas ficamos atordoadas com a situação. Neste caso havia uma dupla infidelidade, tanto a minha como noiva quanto a de Natália por ser irmã. Daquele dia em diante eu não consegui esquecer, ela se distanciou, já não brincava comigo como antes, mal olhava na minha cara. Na minha cabeça aquilo teria sido a minha despedida de solteira, um momento fugaz e só.  Jeferson notou o afastamento da irmã e me perguntou por diversas vezes o que estava acontecendo. A minha vontade era de contar a ele toda a verdade e dizer que se não fosse sua insistência em ficar repetindo que sua irmã me desejava eu não teria passado a olha-la de outra forma, o que de fato era sim uma situação real. Mas narrar todo o acontecido, na véspera do nosso casamento e com irmã dele não me pareceu uma boa ideia. Aquele peito perfeito, sua cintura e bunda, não saiam dos meus pensamentos.

Acabei chegando bem cedo para receber os doces e o bolo, a nossa recepção seria intimista, apenas para os convidados mais íntimos e as nossas famílias. Por ironia do destino, Natália adentrou o espaço de festa e se dirigiu a mim. Nossos olhos não se desgrudavam, meu corpo queimava, enquanto meus membros tremiam com toda a situação, aquele insano desejo percorria o meu peito e eu sentia o seu chamado íntimo. Minha cunhada me puxou pelos cabelos, levantou a minha blusa, seus lábios sugavam o meu peito como se ela estivesse com fome, sentei na mesa onde estava o bolo, abri minhas pernas que logo foram tocadas por seus dedos. Aqueles dedos esfregando sobre o meu clitóris me faziam segurar o orgasmo com um grito abafado de tesão. Em meio ao calor do momento, ela se agachou e começou a lamber a minha buceta enquanto sua boca deixava escapar um doce gemido. Antes que alguém pudesse entrar naquele espaço, me deitei em cima da mesa, levantei as pernas e ela enfiou três dedos dentro de mim. Meu peito ainda exposto era mamado de uma forma intensa. Comecei a tremer, senti minhas pernas bambearem e em um misto de emoções, acabei gozando. Minha vontade era de cancelar o casamento e me entregar a paixão por Natália. Estar com o seu irmão já não fazia sentido, mas ele não merecia passar por isso e decidimos que seríamos amantes.

Algumas horas depois nós nos casamos, juramos amor eterno, mas meu coração já tinha dona e era da minha cunhada.


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